
Fed, Trump e a reprecificacao global de risco: tres vetores para 2026
Juros americanos altos, incerteza tarifaria e choques geopoliticos compoem um tripé de risco que redefine precificacao global de ativos.
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Com incerteza fiscal, choque geopolitico e volatilidade de juros longos, gestores aumentam exposicao a ativos de defesa como ouro e duration curta.

Juros americanos altos, incerteza tarifaria e choques geopoliticos compoem um tripé de risco que redefine precificacao global de ativos.

Sem melhoria estrutural na percepcao fiscal, qualquer alivio de juros tende a ser parcial e vulneravel a reprecificacao da curva longa.

Juros elevados sustentam margens financeiras, mas inadimplencia seletiva e menor apetite por risco mudam a dinamica de expansao do credito em 2026.

Choques de oferta em energia voltaram a pressionar expectativas de inflacao, obrigando bancos centrais a equilibrar credibilidade e risco de desaceleracao.

Empresas com passivo acumulado em anos de juros baixos enfrentam 2026 com refinanciamento mais caro e mercado mais seletivo para emissões.

A combinacao de deficits elevados nos EUA e juros altos alimenta o premio de prazo dos Treasuries e redefine o custo de capital em mercados emergentes.

Em 28 de janeiro de 2026, o Federal Reserve manteve a taxa entre 4,25% e 4,50% e reforcou que a inflacao segue elevada, prolongando a tensao global nos ativos de risco.

A ata do Copom divulgada em 3 de fevereiro de 2026 indicou possibilidade de inicio de afrouxamento em marco, mas com condicoes estritas para nao reabrir a inflacao.