
Do dolar ao ouro: por que os portfolios globais voltaram a buscar protecao real
Com incerteza fiscal, choque geopolitico e volatilidade de juros longos, gestores aumentam exposicao a ativos de defesa como ouro e duration curta.
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A combinacao de desinflacao parcial, juros ainda altos e conflitos comerciais indica que 2026 sera menos um ano de boom e mais um ano de recalibragem.

Com incerteza fiscal, choque geopolitico e volatilidade de juros longos, gestores aumentam exposicao a ativos de defesa como ouro e duration curta.

Juros americanos altos, incerteza tarifaria e choques geopoliticos compoem um tripé de risco que redefine precificacao global de ativos.

Sem melhoria estrutural na percepcao fiscal, qualquer alivio de juros tende a ser parcial e vulneravel a reprecificacao da curva longa.

Juros elevados sustentam margens financeiras, mas inadimplencia seletiva e menor apetite por risco mudam a dinamica de expansao do credito em 2026.

Com juros americanos elevados e risco geoeconomico, investidores globais seletivos comparam emergentes por qualidade institucional e previsibilidade fiscal.

Desaceleracao chinesa reduz impulso industrial, mas conflitos comerciais e choques logisticos mantem custos altos em varios elos da cadeia global.

O campo brasileiro segue competitivo no comercio global, mas o custo de capital alto e a volatilidade cambial redefinem margem e alocacao de risco.

Empresas com passivo acumulado em anos de juros baixos enfrentam 2026 com refinanciamento mais caro e mercado mais seletivo para emissões.